Conteúdo relacionado a gestão da inovação, desenvolvimento de produtos e serviços, desenvolvimento de mercado, gestão de mudanças e aprendizado organizacional.

inteligência artificial, transformação digital

O uso de inteligência artificial (IA) em pequenas e médias empresas pode ser visto como algo caro ou inacessível por seus gestores e sócios. Isso só é verdade se o processo for mal planejado ou conduzido. Claro que empresas maiores podem fazer mais apostas e dedicar mais recursos até mesmo com equipes dedicadas a este […]

transformação digital; big data; inteligência artificial

Num contexto de alta velocidade dos avanços e mudanças tecnológicas e de muita complexidade no ambiente empresarial, especialmente nos esforços para preservar a competitividade no futuro, a capacidade para conduzir transformações digitais nos negócios torna-se uma necessidade estratégica.

A grande maioria das empresas já tomou as providências de resposta imediata para retomada do controle, adaptação às restrições do isolamento social e para fortalecer a saúde financeira e solidez empresarial na medida do que é possível, considerando sua realidade.

Um levantamento da Board of Innovation aponta tendências que o isolamento social poderá trazer para o comportamento das pessoas (e por consequência em seu comportamento enquanto clientes) numa economia de menor contato físico (low touch economy), que poderá ser resultado das mudanças de nossos hábitos após a pandemia do coronavírus.

A crise causada pela pandemia do coronavírus e as alterações na dinâmica do funcionamento do trabalho e dos mercados estão trazendo perdas e desconfortos para as empresas, mas podem também embutir interessantes lições e aperfeiçoamentos para o futuro das empresas.

Com mercados cada vez mais competitivos, inovar é fator determinante para a sobrevivência das organizações. E essa iniciativa pode ser resultado de um esforço gerencial sistemático, a partir da análise e discussão de cinco temas: modelo de negócio da organização; competências e ativos estratégicos; verdades do setor/segmento; necessidades não expressadas por clientes e não clientes; e estímulo à atenção e discussão sobre mercado e ambiente de negócios.

Em setembro deste ano, a revista The Economist trouxe uma excelente série de artigos sobre o impacto da Internet das Coisas (IoT) nos negócios. Faço aqui uma síntese das ideias-chave desse especial.

O entendimento, análise e domínio dos modelos mentais na organização é de fundamental importância, pois esses afetam o que fazemos, porque afetam o que vemos. Somos observadores seletivos da realidade e nossas teorias determinam o que medimos e como construímos nossas intervenções gerenciais e profissionais.

Nossas formas não sistêmicas de pensar nos levam constantemente a priorizar e executar mudanças de baixos resultados: não vemos as estruturas subjacentes às nossas ações e reagimos aos sintomas, onde o estresse e a dor são maiores.

O dia a dia da gestão é muito exigente, com pressões e emergências constantes, fragmentação do trabalho, muitos contatos e articulações e um sem número de interrupções.