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A delegação de atividades é uma das mais importantes dos gestores, pois é por meio dela que se multiplica o tempo e se potencializam os resultados produzidos pela equipe. Quando feita de modo correto, possibilita a coordenação do trabalho na organização e o desenvolvimento dos profissionais. Todavia, se conduzida inadequadamente, pode gerar perda de tempo e frustração para quem delegou e para quem recebeu a atividade delegada. Leia mais

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É muito comum observar empresários e executivos esperarem que o planejamento estratégico de suas organizações seja integralmente cumprido, conforme definido no início do ano ou do período em questão.

O dia a dia da gestão é muito exigente, com pressões e emergências constantes, fragmentação do trabalho, muitos contatos e articulações e um sem número de interrupções.

Ainda é muito forte no mercado o mito do planejamento perfeito, com “sacadas” sensacionais ou previsões precisas, geradas por visionários. Não é que esses fatos não existam, mas é muito fácil analisar os casos de sucesso a posteriori, sob visões romantizadas de grandes estrategistas. Parece que isso faz sucesso e vende bem, afinal rompe com o desconforto de lidarmos com a ambiguidade e incerteza, quase que o tempo todo; nos dá a segurança de que alguém poderá nos dar um norte a seguir. Mas a realidade de estratégias vencedoras não funciona bem assim. E por que isso?

Já vi muitas vezes gestores e empreendedores não exercerem seu potencial pleno porque estavam se preocupando muito com a opinião de outras pessoas. Em vez de fazer o que era coerente com suas trajetórias e estratégias pessoais e profissionais, atuavam de acordo com o que esperavam que os outros fossem achar.