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Num contexto de tanta incerteza e volatilidade, parece haver uma certa descrença sobre o planejamento estratégico. Se você é uma das pessoas que está desacreditando, você deve estar construindo sua estratégia da forma errada.

A grande maioria das empresas já tomou as providências de resposta imediata para retomada do controle, adaptação às restrições do isolamento social e para fortalecer a saúde financeira e solidez empresarial na medida do que é possível, considerando sua realidade.

Todo o tempo se fala em mundo VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo), conceito que surgiu com Andy Grove em 1983, no clássico High Output Management. A crise da pandemia do coronavírus coloca esta realidade num patamar extremo: novas notícias surgem todo o tempo, os rumos dessa crise vão se desenvolvendo dia a dia, semana a semana. Muitas variáveis precisam ser administradas e consideradas ao mesmo tempo e a mesma notícia tem diversas interpretações.

A bela letra da música My Way, imortalizada na voz de Frank Sinatra proporciona muitas reflexões sobre o empreendedorismo. Para mim, a grande mensagem não é ser intransigente, como há margem para interpretar o “I did it my way / eu fiz do meu jeito”. Na minha visão, a ideia central é encontrar sua essência e buscar orgulho do que faz, agindo de acordo com seus valores e crenças e enfrentando os custos disso.

Em setembro deste ano, a revista The Economist trouxe uma excelente série de artigos sobre o impacto da Internet das Coisas (IoT) nos negócios. Faço aqui uma síntese das ideias-chave desse especial.

Um dos grandes desafios dos empreendedores é precificar seus produtos e serviços e encontrar o ponto de equilíbrio do negócio. Para isso, quatro importantes referências devem ser consideradas: (a) os valores praticados pelo mercado de produtos ou serviços similares; (b) os custos empresariais e de produção; (c) o valor gerado ao cliente; e (d) o nível de procura pelo produto ou serviço.

Falar de riscos não é um tema muito agradável a qualquer empresário. Isso é fato. Mas, os riscos existem para todas as atividades e nenhum empreendedor está inerente a eles. O problema é quando, mesmo tendo conhecimento dos riscos, o gestor não faz uma avaliação adequada e termina tomando uma decisão ou arriscada demais ou, no outro extremo, conservadora demais.