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A grande maioria das empresas já tomou as providências de resposta imediata para retomada do controle, adaptação às restrições do isolamento social e para fortalecer a saúde financeira e solidez empresarial na medida do que é possível, considerando sua realidade.

Um levantamento da Board of Innovation aponta tendências que o isolamento social poderá trazer para o comportamento das pessoas (e por consequência em seu comportamento enquanto clientes) numa economia de menor contato físico (low touch economy), que poderá ser resultado das mudanças de nossos hábitos após a pandemia do coronavírus.

As mudanças bruscas que várias empresas precisaram adotar para o teletrabalho num contexto de crise e incertezas podem gerar inseguranças e ansiedade na equipe: seja pela distância dos colegas e pelas nossas necessidades de convívio coletivo, pelo momento econômico e pelo medo de perder o emprego ou mesmo por não estar sabendo como lidar com este momento.

A crise causada pela pandemia do coronavírus e as alterações na dinâmica do funcionamento do trabalho e dos mercados estão trazendo perdas e desconfortos para as empresas, mas podem também embutir interessantes lições e aperfeiçoamentos para o futuro das empresas.

Todo o tempo se fala em mundo VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo), conceito que surgiu com Andy Grove em 1983, no clássico High Output Management. A crise da pandemia do coronavírus coloca esta realidade num patamar extremo: novas notícias surgem todo o tempo, os rumos dessa crise vão se desenvolvendo dia a dia, semana a semana. Muitas variáveis precisam ser administradas e consideradas ao mesmo tempo e a mesma notícia tem diversas interpretações.

A sociedade e, por extensão, o mercado vivem um momento de apreensão e crise com a pandemia do coronavírus. Considerando as recomendações sanitárias propostas pelas autoridades, que não podem ser ignoradas sob risco de termos impactos ainda mais graves, empresas e trabalhadores precisam se preparar para um “apagão” forçado no curto prazo, com propósito de termos um cenário de médio prazo muito menos desfavorável.

Um dos grandes desafios das lideranças é o enfrentamento de momentos de crise com mudanças rápidas no ambiente de negócios, o que é mais frequente no mundo VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo) dos tempos atuais. Nestas situações, a equipe demanda muito mais das habilidades do gestor para sustentação do foco estratégico e manutenção de seus níveis de engajamento e produtividade.