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A delegação de atividades é uma das mais importantes dos gestores, pois é por meio dela que se multiplica o tempo e se potencializam os resultados produzidos pela equipe. Quando feita de modo correto, possibilita a coordenação do trabalho na organização e o desenvolvimento dos profissionais. Todavia, se conduzida inadequadamente, pode gerar perda de tempo e frustração para quem delegou e para quem recebeu a atividade delegada.

O entendimento, análise e domínio dos modelos mentais na organização é de fundamental importância, pois esses afetam o que fazemos, porque afetam o que vemos. Somos observadores seletivos da realidade e nossas teorias determinam o que medimos e como construímos nossas intervenções gerenciais e profissionais.

O dia a dia da gestão é muito exigente, com pressões e emergências constantes, fragmentação do trabalho, muitos contatos e articulações e um sem número de interrupções.

Muito tem se falado sobre o modelo mental do empreendedor, apontando inúmeras características necessárias e estilos idealizados para empreender com sucesso. Na prática, poucas pessoas são tão “monstruosas” a ponto de reunir tantos atributos pessoais e de dar conta de exigências tão grandes. Tentei reunir aqui atributos que são fruto da minha observação da ação de empreendedores de sucesso.

Falar de riscos não é um tema muito agradável a qualquer empresário. Isso é fato. Mas, os riscos existem para todas as atividades e nenhum empreendedor está inerente a eles. O problema é quando, mesmo tendo conhecimento dos riscos, o gestor não faz uma avaliação adequada e termina tomando uma decisão ou arriscada demais ou, no outro extremo, conservadora demais.

Eu, como engenheiro eletrônico e com uma formação que privilegiou o raciocínio científico positivista, no começo da minha carreira como consultor – ainda como estagiário – entendia e dava muita ênfase ao campo do lógico, da ferramenta e da objetividade.