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Muitas vezes se fala em planejamento estratégico, estratégia e planos como se fossem sinônimos, o que pode ser um grande risco para a competitividade das organizações. Logicamente que esse risco não se dá pela confusão de conceitos, mas pela adoção de práticas inadequadas de gestão.

Em algum momento de sua vida, os empreendedores vão se deparar com uma dúvida muito incômoda, difícil de ser respondida: “Para onde devo migrar com as transformações do mercado? Que novas oportunidades devo aproveitar para superar o desaparecimento de antigas demandas? Que novos negócios devo estruturar?”

Recentemente li um livro chamado The Big Zero, que traz uma proposta de transformação do Orçamento Base Zero (elaborar orçamentos partindo do zero e não fazendo extrapolações de anos anteriores) para um modelo de crescimento, inovação e vantagem competitiva. Leia mais

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Uma estratégia bem formulada consiste de conceitos, posicionamentos e do direcionamento para onde se quer ir. É algo mais abstrato e não tem a ver com objetivos e metas, que são a ponte entre a estratégia e a execução. O real papel da definição de objetivos e metas é de traduzir o futuro desejado e de fazer a conexão entre o longo prazo e o curto prazo. Leia mais

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Neste sábado 26/10, foi publicado um artigo no The New York Times narrando a falência da Forever 21 pela ótica da gestão, com depoimentos de empregados e pessoas próximas à empresa. A partir de sua leitura, podem ser identificados três grandes erros, que trazem importantes lições para a gestão empresarial.

Em outubro deste ano foi publicado um artigo no The New York Times (The Advertising Industry Has a Problem: People Hate Ads) sobre as grandes transformações e desafios que se impõem sobre o mercado de publicidade e propaganda. A partir de sua leitura, identifiquei quatro grandes tendências, que podem ajudar a promover ajustes significativos nas estratégias das empresas deste setor.

O dia a dia da gestão é muito exigente, com pressões e emergências constantes, fragmentação do trabalho, muitos contatos e articulações e um sem número de interrupções.

Ainda é muito forte no mercado o mito do planejamento perfeito, com “sacadas” sensacionais ou previsões precisas, geradas por visionários. Não é que esses fatos não existam, mas é muito fácil analisar os casos de sucesso a posteriori, sob visões romantizadas de grandes estrategistas. Parece que isso faz sucesso e vende bem, afinal rompe com o desconforto de lidarmos com a ambiguidade e incerteza, quase que o tempo todo; nos dá a segurança de que alguém poderá nos dar um norte a seguir. Mas a realidade de estratégias vencedoras não funciona bem assim. E por que isso?

Cada vez mais o empreendedorismo e o desejo de empreender estão em pauta na nossa economia e na sociedade e, com isso, muitas publicações e metodologias têm aparecido abordando modelos de negócio, planos de negócio, gestão da inovação, prototipagem de produtos, entre tantos outros.