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A tomada de decisões é um momento crítico para gestores e colegiados gerenciais. Muitas vezes optamos por alternativas ou soluções inadequadas porque pulamos ou não cuidamos de algumas etapas essenciais para boas decisões.

É muito comum observar empresários e executivos esperarem que o planejamento estratégico de suas organizações seja integralmente cumprido, conforme definido no início do ano ou do período em questão.

Abordei em artigo anterior como o Scrum pode ajudar sua empresa e seus princípios gerais. Neste artigo vou tratar do detalhamento da implantação do Scrum.

Num mundo VUCA – volátil, incerto, complexo e ambíguo -, é natural que gestores busquem controle e previsibilidade nos projetos, o que normalmente os faz produzir planejamentos num nível excessivo de detalhe nos momentos iniciais. A princípio isso parece positivo, mas a realidade se impõe ao planejamento excessivamente detalhado, que normalmente não se concretiza.

Uma estratégia bem formulada consiste de conceitos, posicionamentos e do direcionamento para onde se quer ir. É algo mais abstrato e não tem a ver com objetivos e metas, que são a ponte entre a estratégia e a execução. O real papel da definição de objetivos e metas é de traduzir o futuro desejado e de fazer a conexão entre o longo prazo e o curto prazo.

Quantas vezes você deixou algo importante, mas não urgente para depois? Algumas vezes conseguimos contornar a situação a tempo, mas em outras nós fabricamos urgências, perdemos oportunidades, ou ainda, geramos perdas irreversíveis.