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Nossas formas não sistêmicas de pensar nos levam constantemente a priorizar e executar mudanças de baixos resultados: não vemos as estruturas subjacentes às nossas ações e reagimos aos sintomas, onde o estresse e a dor são maiores.

O dia a dia da gestão é muito exigente, com pressões e emergências constantes, fragmentação do trabalho, muitos contatos e articulações e um sem número de interrupções.