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O uso inadequado de indicadores pode gerar frustrações diversas, como falta de promoção das mudanças e resultados pretendidos, competitividade destrutiva nas equipes, angústia nos profissionais e um sentimento de excesso de trabalho burocrático na produção de números que têm pouca ou nenhuma serventia. Talvez por serem ferramentas consolidadas no meio empresarial, a sensação é que […]

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A realização de reuniões é uma das melhores formas de otimizar o tempo de equipes, de produzir coordenação e alinhamento nas iniciativas, de gerar boas ideias para resolver problemas e de produzir decisões coerentes e com alto potencial de sucesso. A questão é que muitos gestores não sabem como fazer uma boa reunião ou não […]

As mudanças bruscas que várias empresas precisaram adotar para o teletrabalho num contexto de crise e incertezas podem gerar inseguranças e ansiedade na equipe: seja pela distância dos colegas e pelas nossas necessidades de convívio coletivo, pelo momento econômico e pelo medo de perder o emprego ou mesmo por não estar sabendo como lidar com este momento.

Uma boa execução da estratégia envolve liderança na organização, além de atenção e articulação no ambiente externo. Entretanto, as pressões diárias podem fazer com que empreendedores e executivos tenham foco excessivo para dentro da organização, deixando de acompanhar questões estratégicas como posicionamento da concorrência, novidades tecnológicas e novas necessidades dos clientes.

Uma estratégia bem formulada consiste de conceitos, posicionamentos e do direcionamento para onde se quer ir. É algo mais abstrato e não tem a ver com objetivos e metas, que são a ponte entre a estratégia e a execução. O real papel da definição de objetivos e metas é de traduzir o futuro desejado e de fazer a conexão entre o longo prazo e o curto prazo.

O entendimento, análise e domínio dos modelos mentais na organização é de fundamental importância, pois esses afetam o que fazemos, porque afetam o que vemos. Somos observadores seletivos da realidade e nossas teorias determinam o que medimos e como construímos nossas intervenções gerenciais e profissionais.

Nossas formas não sistêmicas de pensar nos levam constantemente a priorizar e executar mudanças de baixos resultados: não vemos as estruturas subjacentes às nossas ações e reagimos aos sintomas, onde o estresse e a dor são maiores.