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motivacao engajamento da equipe

Um dos maiores problemas das empresas é a perda de motivação da equipe, especialmente dos bons funcionários, cuja desmotivação impacta em grandes prejuízos, tanto no curto prazo quanto no médio prazo. Segundo Richard E. Clark e Bror Saxberg, em edição da HBR (Harvard Business Review), pesquisas apontam que a motivação é responsável por 40% do […]

como gestores aumentam o estresse da equipe

É de amplo conhecimento (popular e científico) que o estresse no trabalho reduz os níveis de motivação, criatividade e produtividade. Uma das maneiras de provocar o estresse é justamente pelos efeitos não-intencionais de atitudes da liderança.

As mudanças bruscas que várias empresas precisaram adotar para o teletrabalho num contexto de crise e incertezas podem gerar inseguranças e ansiedade na equipe: seja pela distância dos colegas e pelas nossas necessidades de convívio coletivo, pelo momento econômico e pelo medo de perder o emprego ou mesmo por não estar sabendo como lidar com este momento.

A crise causada pela pandemia do coronavírus e as alterações na dinâmica do funcionamento do trabalho e dos mercados estão trazendo perdas e desconfortos para as empresas, mas podem também embutir interessantes lições e aperfeiçoamentos para o futuro das empresas.

Uma boa execução da estratégia envolve liderança na organização, além de atenção e articulação no ambiente externo. Entretanto, as pressões diárias podem fazer com que empreendedores e executivos tenham foco excessivo para dentro da organização, deixando de acompanhar questões estratégicas como posicionamento da concorrência, novidades tecnológicas e novas necessidades dos clientes.

Essa me parece uma disputa sem fim. Gestores e empreendedores se deparam com situações de tomada de decisão e se inclinam a sobrevalorizar um destes dois aspectos, normalmente por conta de experiências passadas ou por terem como referência algum defensor fervoroso de um destes “polos”.

A bela letra da música My Way, imortalizada na voz de Frank Sinatra proporciona muitas reflexões sobre o empreendedorismo. Para mim, a grande mensagem não é ser intransigente, como há margem para interpretar o “I did it my way / eu fiz do meu jeito”. Na minha visão, a ideia central é encontrar sua essência e buscar orgulho do que faz, agindo de acordo com seus valores e crenças e enfrentando os custos disso.

Uma visão de futuro “pra valer” é a construção de imagens genuínas do futuro compartilhado que se deseja criar. Pertence às pessoas que fazem parte de uma organização, desenvolvendo um senso de comunidade que permeia a organização e dá coerência a diversas atividades.

O entendimento, análise e domínio dos modelos mentais na organização é de fundamental importância, pois esses afetam o que fazemos, porque afetam o que vemos. Somos observadores seletivos da realidade e nossas teorias determinam o que medimos e como construímos nossas intervenções gerenciais e profissionais.

Desenvolver equipes é uma tarefa difícil e que exige competência e persistência por parte de gestores e empreendedores, além de ser uma responsabilidade indelegável e que não se resolve automaticamente na escolha ou troca de integrantes. Ou seja, se você quer ter uma boa equipe não há opção diferente do investimento emocional, de tempo e esforço no seu time.