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Muitas vezes se fala em planejamento estratégico, estratégia e planos como se fossem sinônimos, o que pode ser um grande risco para a competitividade das organizações. Logicamente que esse risco não se dá pela confusão de conceitos, mas pela adoção de práticas inadequadas de gestão.

Ainda é muito forte no mercado o mito do planejamento perfeito, com “sacadas” sensacionais ou previsões precisas, geradas por visionários. Não é que esses fatos não existam, mas é muito fácil analisar os casos de sucesso a posteriori, sob visões romantizadas de grandes estrategistas. Parece que isso faz sucesso e vende bem, afinal rompe com o desconforto de lidarmos com a ambiguidade e incerteza, quase que o tempo todo; nos dá a segurança de que alguém poderá nos dar um norte a seguir. Mas a realidade de estratégias vencedoras não funciona bem assim. E por que isso?