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Em algum momento de sua vida, os empreendedores vão se deparar com uma dúvida muito incômoda, difícil de ser respondida: “Para onde devo migrar com as transformações do mercado? Que novas oportunidades devo aproveitar para superar o desaparecimento de antigas demandas? Que novos negócios devo estruturar?”

Uma visão de futuro “pra valer” é a construção de imagens genuínas do futuro compartilhado que se deseja criar. Pertence às pessoas que fazem parte de uma organização, desenvolvendo um senso de comunidade que permeia a organização e dá coerência a diversas atividades.

O entendimento, análise e domínio dos modelos mentais na organização é de fundamental importância, pois esses afetam o que fazemos, porque afetam o que vemos. Somos observadores seletivos da realidade e nossas teorias determinam o que medimos e como construímos nossas intervenções gerenciais e profissionais.

Nossas formas não sistêmicas de pensar nos levam constantemente a priorizar e executar mudanças de baixos resultados: não vemos as estruturas subjacentes às nossas ações e reagimos aos sintomas, onde o estresse e a dor são maiores.

O dia a dia da gestão é muito exigente, com pressões e emergências constantes, fragmentação do trabalho, muitos contatos e articulações e um sem número de interrupções.

Ainda é muito forte no mercado o mito do planejamento perfeito, com “sacadas” sensacionais ou previsões precisas, geradas por visionários. Não é que esses fatos não existam, mas é muito fácil analisar os casos de sucesso a posteriori, sob visões romantizadas de grandes estrategistas. Parece que isso faz sucesso e vende bem, afinal rompe com o desconforto de lidarmos com a ambiguidade e incerteza, quase que o tempo todo; nos dá a segurança de que alguém poderá nos dar um norte a seguir. Mas a realidade de estratégias vencedoras não funciona bem assim. E por que isso?